Julio Cesar Walz (**) A importância que os adultos adquirem em determinadas situações na vida de uma criança parece sobrecarregar muitos pais. Especialmente porque o processo de desenvolvimento de um ser humano se constitui de muitas facetas. Entre elas está a intrínseca relação de perdas e conquistas. Presença e ausência. Construção e destruição. Estabilidade e […]
Saiba maisTrês eixos e um amor (*)
Celso Gutfreind (**) “Filhos vêm para ser, Pais acompanham”. Paulo Hecker Filho Os estudos apontam três eixos para legitimar mãe e pai. O primeiro é jurídico. Sou mãe, porque a lei diz que sim. Em caso de dúvida, é só consultar a certidão de nascimento, lavrada em cartório com firma reconhecida. O segundo é biológico. […]
Saiba maisConstruindo pontes – Parte 2 (*)
Julio Cesar Walz (**) As crianças colocam os adultos diante de situações que lhes exigem presença, rapidez e jogo de cintura. Tal convocação tem a tarefa especial de usar o adulto como instrumento de mediação (objeto transicional) para aplacar as angústias do desenvolvimento. “Pai, me dá a mão.” “Mãe, fica comigo que tá escuro.” “Pai, vai […]
Saiba maisConstruindo pontes – Parte 1*
Julio Cesar Walz – O papel de intermediadores é uma tarefa preciosa e fundamental, que compete aos pais e a todos os outros cuidadores.
Saiba maisEnfrentando a turbulência (1)
Julio Cesar Walz (2) Do ponto de vista do bebê também podemos falar em turbulência. Repare só: já na passagem de um estado líquido e delimitado (útero) para um ambiente gasoso, cuja percepção é inicialmente desconfortável, se comparado à vida intrauterina, encontramos as primeiras turbulências. Diferente dos adultos, que podem conversar entre si, pedir conselhos, escutar experiências… […]
Saiba maisA interpretação (*)
Celso Gutfreind (**) “Quando as coisas estão se esfacelando, o ato mais intencional talvez seja sentar-se e ficar quieto… Nem sempre é necessário, além do mais, proferir a verdade”. (Henry Miller) O menino de três anos voltou da escola e pediu a mãe em casamento. Freud revirou-se na tumba e, mesmo feliz da longevidade de seus insights, lamentou […]
Saiba maisAna Flávia Baldisserotto e sua pergunta que não nos deixa calar: POR QUE NÃO?
Pergunta diante do desejo: por que não? Desejo absurdo como método de trabalho. (Ana Flávia Baldisserotto, Escola Projeto, 2019). Quando tivemos o primeiro encontro na escola com Ana Flávia, em julho deste ano, para dar a largada nos preparativos para o projeto de estudo de sua obra, a artista falou de arte, de coletividade, de […]
Saiba maisA docência como espetáculo
Beth Baldi (1) Atenção ao 3º sinal! Luzes, ação! Começa mais uma aula! Todos a postos e feliz dia a todos os professores! Em mais de uma ocasião, nos últimos tempos, fui levada a estabelecer relações entre o teatro e a escola e entre o ator e o professor, o que me pareceu enriquecedor para […]
Saiba maisA infância (**)
Celso Gutfreind (*) A infância é uma obra aberta em vida. Podemos adentrá-la, como tema, de diversas e infinitas formas. Infância não termina no adulto. Uma porta interessante, senão a mais, é a poesia. Dos poemas que me ocorrem sobre ela, intitulados com o seu próprio nome, um dos que mais me impactou é o […]
Saiba maisMobilidade urbana: a versão “que tempo louco, hein?” da Elena
Tatiana Cruz (*) A primeira vez que eu ouvi a Elena falando mobilidade urbana, dando uma ênfase exagerada a cada uma das sílabas, como se tivesse encontrado um tesouro na rua, percebi que estava dentro daqueles momentos que costumo chamar de momentos “congela a vida”. Sim: congela a vida, para tudo, presta atenção. Se uma […]
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